Plano Piloto
Eixos monumentais com cobertura LED de saturação alta. Halo controlado pela geometria das luminárias substituídas.
Atlas NightProof cruza a radiância noturna capturada pelo sensor VIIRS Day/Night Band com a malha de chamados CEB IPes. Pela primeira vez, a auditoria territorial da iluminação pública não depende apenas de relatos — depende do que o satélite vê.
Arraste a divisória pra revelar o composito anual VIIRS antes do programa Brasília Iluminada (pré-substituição maciça de sódio) e depois (LED 100% concluído em mar/2026). A assinatura espectral muda: o pico fotométrico desloca do amarelo quente pro azul frio.
Cruzando radiância VIIRS com chamados CEB IPes, três regiões emergem como exemplos canônicos da plataforma. Ganho de cobertura, redução de pontos críticos e queda de reclamação reincidente.
Eixos monumentais com cobertura LED de saturação alta. Halo controlado pela geometria das luminárias substituídas.
Setor com maior densidade populacional do DF. Persistem 6 manchas de baixa radiância sob investigação (vandalismo recorrente).
Crescimento horizontal recente. Três focos crônicos cruzam radiância baixa com chamados reincidentes — alvo prioritário do plano 2026.
Role a página: a câmera VIIRS panela e zooma de um ponto crítico ao próximo, ilustrando como a leitura territorial substitui o achismo no diagnóstico do parque.
O composito anual VIIRS Day/Night Band revela a malha contínua de iluminação da capital. Polígonos brilhantes coincidem com áreas urbanizadas; lacunas escuras coincidem com áreas verdes preservadas.
A geometria de Lúcio Costa aparece nítida na assinatura óptica. Eixos rodoviário e monumental concentram a maior radiância per capita do território — referência de qualidade pra projetos futuros.
O padrão urbano de QNs e QNMs forma uma malha quase ortogonal. Persistem manchas escuras isoladas: cruzamento com chamados aponta praças e ruelas com vandalismo recorrente.
Avenidas Comercial e Hélio Prates produzem o segundo pico do DF — o brilho transborda a 500 m de resolução nominal. Útil pra detecção macro; insuficiente pra poste-a-poste.
Crescimento informal recente. Setores fora da matriz CEB original mostram radiância sub-50, alvos do plano de extensão LED 2026. Aqui o satélite antecipa o chamado.
Eixo leste do DF mostra continuidade ótica entre dois núcleos urbanos. Radiância intermediária — assinatura típica de área residencial 100% LED sem grandes corredores comerciais.
O ILUMINA 2.0 insiste em transparência: o satélite resolve perguntas macro, mas não responde por poste individual. Por isso a camada VIIRS opera em paralelo ao GeoServer CEB e ao fluxo de chamados.
A resolução nominal é de aproximadamente 500 m por pixel. O sensor identifica zonas iluminadas; não distingue lâmpada individual nem orientação luminotécnica.
Em noites nubladas a leitura é descartada. Compositos mensais e anuais mitigam — porém isso significa que detecção de falhas pontuais não ocorre em tempo real via satélite.
Iluminação pública divide o pixel com vitrines, anúncios, faróis. Diferenciar a contribuição CEB exige modelagem cruzada com cadastro de luminárias + horário de operação.